Naquele Natal em que ganhei o Jaime, meu pai ganhou de presente um pijama azul. Como o Jaime veio vestido apenas com um calção e um bonezinho resolvi que ele deveria ter uma roupa. E na falta de paninhos, peguei o pijama novinho do meu pai e recortei. Fazendo uma roupa para o Jaime.
Nem preciso dizer que tomei uma bela surra da minha mãe que furiosa berrava, deixa teu pai chegar que vais apanhar mais ainda.
Quando meu pai chegou, eu já estava com o meu bumbum balofo de tanta chinelada... veio ela... (minha mãe)
Ramiro, tu não vais acreditar o que essa guria fez!!! Meu pai com aqueles olhos verdes tão serenos perguntou o que ela fez?
Irena responde: cortou teu pijama novo para fazer roupas pra esse boneco.
Meu pai responde:
a culpa e tua que não dá pano pra essa guria brincar....
Eu respierie aliviada.... pude recortar o resto do pijama e vem dai essa terrival mania de cortar pano.
sábado, 27 de agosto de 2011
Colcha Garden Trellis
Essa colcha está com o topo prontinho, fiz todinha á máquina para enfeitar a cama da
minha querida Nine.
Essa da foto sou eu Aninha Maria costurando na minha inseparavel companheira.
Mantinha Rosa
Trabalho todo feito à mão para presentear uma menininha.
Colcha para Gabriel
Essa moça da foto é a Vânia, minha única aluna, ela vale por mil, porque é o capricho em pesssoa.
Essa colcha foi a primeira que ela fez!
Colcha Abapuru
Um belo dia chega Vânia aqui no Atelier com uma revista e muitas idéias na cabeça.
A revista tinha uma colcha reproduzindo o quadro Abapuru da Tarsila do Amaral, começamos a busca pelos tecidos, revirei meu paninhos encontrei um que outro para contribuir. E o Claudio, marido da Vânia fez o resto da garimpagem na 25 de março.... eis o trabalho da Vânia todinho costurado à mão.
Essa moça é meu orgulho!!!!!
quarta-feira, 16 de março de 2011
Jaime, uma história de amor a primeira vista.
Claro que ouvi um singelo não!!!! Meus pais eram pobres e não tinham dinheiro disponivel para se dar o luxo de comprar aquele boneco da estrela. Imaginem um boneco da E$trela!!! Durante muitos meses eu passei em frente aquela loja e quase sempre parava para namorar o "meu boneco".
Ate que um belo dia ele sumiu da vitrine, quase tive um treco, foi tanto o desespero que a minha vidinha perdeu a graça... Não lembro exatamente quanto tempo antes do Natal ele desapareceu daquela vitrine.
Na nossa casa sempre se fez pinheirinho de Natal, com luzes lindas todas de bichinhos e bolas vermelhas.
Chegou a noite de Natal, meu unico pedido era aquele boneco. E para minha suspresa ele nao estava na árvore, olhei procurei entre os poucos pacotes de roupas, sapatos e nada de boneco.
Desandei a chorar.... nessa coisa de chorar eu sou boa... pois sou toda coração... e pouca razão...
Minha mae veio e me disse para olhar direito a arvore e foi assim que vi uma maozinha la atras do pinheirinho... era a maozinha do meu boneco.
Minha mãe, muito esperta comprou o boneco em prestações. Isso é, toda semana ela economizava um dinheirinho nas compras da feira e ia la na loja pagar um pouquinho do boneco. Quando ele estava todo pago saiu da vitrine e então foi retirado da loja pela minha mãe.
Que em homenagem a um primo muito querido foi batizado de Jaime.... estamos juntos a 52 anos.... temos boas historias para contar... e a proxima sera do pijama azul do meu pai Ramiro.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Fricadela Dinamarquesa do Glaes
1 cebola grande picada bem miudinha
2 dentes de alho oicados bem miudinhos
1 colher (sopa) de shoyo
1 tablete de caldo de carne dissolvido em 1 colher de água quente
1 ovo inteiro
5 colheres (sopa) de farinha de trico para dar liga
Pimenta do reino
Sal
Modo de preparar:
Numa tijela colocar a carne de porco, a cebola, os dentes de alho, shoyo,
tablete de caldo de carne e o ovo inteiro.
Temperar com sal e pimenta do reino.
E ir acrescentando a farinha de trigo até dar liga.
Fazer pequenos bolinhos achatados e reservar.
Aquecer uma frigideira com óleo de boa qualidade e fritar as fricadelas até ficarem
bem escurinhas.
Servir com arroz e uma cervejinha.
Fica uma delícia.
O Glaes é um dinamarques que conheci há uns anos atrás aqui no Brasil.
Ele fazia uma fricadela de comer ajoelhada.
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